SÃO PAULO - Preço, tamanho e localização são alguns dos fatores que uma pessoa que está pensando em
adquirir um imóvel deve observar antes de decidir se é mais vantajoso comprar um bem novo ou usado.
Ao menos este é o conselho do presidente do Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis), João Teodoro da Silva. "A pessoa tem que avaliar sua condição financeira e suas preferências. Se ela prioriza tamanho e preço, por exemplo, um imóvel usado seria a melhor opção", diz.
De acordo com Teodoro Silva, casas e apartamentos mais antigos, com mais de dez anos de uso, são cerca de 20% a 25% mais baratos. Além disso, eles tendem a estar melhores localizados e serem mais espaçosos, o que permite maior personalização.
"Hoje, um imóvel é até 30% menor do que duas décadas atrás. A tendência das incorporadoras é construir imóveis menores, por conta da escassez de terrenos, em locais como os centros, por exemplo, onde as pessoas querem morar", explica.
Novos
Um imóvel com muitos anos de construção pode ter problemas de manutenção com mais freqüência, alerta o especialista.
Já os imóveis novos, diz ele, além de raramente causarem dores de cabeça com tubulação, fiação e afins, ainda possuem um grande número de ambientes de lazer, o que, segundo o presidente do Cofeci, facilita para quem tem filhos e mora em grandes cidades.
No mais, avalia, eles estão atualizados em relação às novidades oferecidas pelo mercado, tanto no que diz respeito à estética, uso de matérias, como em termos de segurança.