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Com que fundo eu vou: veja hora certa para apostar - ou evitar - cada modalidade Por: Adriele Marchesini 18/10/07 - 13h39 InfoMoney SÃO PAULO - Quando e onde investir? A dúvida é comum àqueles que acabaram de entrar no mundo das aplicações e, até mesmo, entre uns e outros investidores mais experientes. O medo de errar na escolha pode fazer com que muitos percam ótimas oportunidades de multiplicar o patrimônio, assim como o desconhecimento quanto ao assunto faz com que os ansiosos acabem por tomar atitudes não muito bem analisadas e que, como conseqüência, tragam prejuízos. Em se tratando de fundos, foram escolhidas cinco modalidades para serem exploradas: DI, renda fixa pré-fixados, multimercados, ações e cambiais. Veja o resumo das características de cada um, assim como a melhor época para apostar - e para evitar - na aplicação. As dicas são dos especialistas José Godoy, Luiz Gustavo Medina e Marco Antonio Gazel Junior. Referenciados DI São fundos de renda fixa que buscam acompanhar a evolução do CDI/Selic. Essa modalidade investe em títulos pós-fixados do governo, acompanhando a evolução da política monetária e protegendo o investidor de uma eventual alta nos juros. A expectativa de rentabilidade deve ter como referência a Selic, descontada a taxa de administração do fundo:
Nessa modalidade, são visados títulos públicos e privados pré-fixados. Há aqueles com "alavancagem" [possibilidade de investimento maior do que os ativos do fundo]: nesse caso, é fundamental entender quais tipos de operações são realizadas e qual o possível retorno em relação ao fundo sem alavancagem, para entender se vale a pena investir nele.
Essa é tida como a categoria mais moderna que existe por misturar a gestão de renda fixa e variável. O tipo de fundo apresenta uma gama muito grande de estratégias, riscos e rentabilidade, sendo assim fundamental a confiança na gestão.
Por serem fundos de renda variável, é impossível precisar qual será a rentabilidade ou se, na verdade, haverá prejuízo. Pelo menos 67% de sua carteira é composta por ações.
São fundos que aplicam pelo menos 80% de sua carteira em ativos relacionados diretamente à moeda estrangeira (comumente dólar norte-americano e/ou euro), podendo ter ou não alavancagem.
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